Para alguns, como a delegada Elizabete Sato, da seccional da Zona Norte de São Paulo, a liberdade do casal não vai atrapalhar as investigações sobre o assassinato da menina Isabella (filha de Alexandre), que foi jogada de uma janela do 6ª. andar.
Para outros delegados, que preferem ficar no anonimato, Alexandre e Anna, soltos, poderão influenciar testemunhas que ainda não prestaram depoimento à polícia ou até mesmo ocultar provas. Eles lembram que a polícia teve dificuldade para conseguir apreender as roupas que o casal usava na noite do crime, 29 de março. Só recentemente, após dez dias do crime, essas roupas chegaram aos peritos da política,
O promotor Francisco Cembranelii, que acompanha o caso, não tem dúvida: nesta sexta afirmou que a libertação do casal poderá, sim, atrapalhar as investigações. Ele tinha a esperança de que o habeas corpus não fosse concedido.


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