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Padrasto expõe o menino ao público |
Mas a avó Silvana Bianchi e o padrasto João Paulo Lins e Silva pararam o carro a 200m do consultado e para lá foram a pé, submetendo o menino de 9 anos a um batalhão de jornalistas, cinegrafistas, fotógrafos e curiosos.
Houve tumulto. A PM teve de improvisar um cordão de isolamento. O menino ficou assustado e se agarrou ao padrasto. Tudo foi transmitido ao vivo para o mundo.
A família brasileira deveria ter poupado Sean de mais esse constrangimento.
Não havia a necessidade de vestir o menino com uma camisa da Seleção Brasileira de vôlei, usando-o para a exposição do ressentimento da família brasileira. Uma perversidade.
A entrega do menino ao pai poderia ter sido feita de maneira tranquila, sem a espetacularização promovida pela avó e pelo padrasto, o que ajudaria Sean em sua transição para a família de seu pai, além de semear a cordialidade entre um lado e outro, porque ambos, queiram ou não, ligados pelo garoto. Se assim, melhor uma convivência pacífica do que um estado permanente de guerra, estando o garoto no percurso de uma farpa e outra.
Sean ficou pouco tempo no consulado, onde seu pai já lhe esperava. Ele tinha entrado pela garagem. Poucas horas depois, pai e filho (foto abaixo) embarcaram hoje para os Estados Unidos em voo fretado um pouco antes do meio-dia.
A adaptação de Sean não vai ser fácil porque a sua avó, principalmente ela, sempre minimizou a figura de Goldman, como se o menino, além de órfão de mãe, fosse de pai. O nome desse delito é alienação parental.
O tempo todo Silvana esteve mais preocupada com ela mesma do que com o neto. Quis ter Sean só para ela, para compensar a perda da filha, ainda que isso implicasse, como implicou, danos psicológico ao garoto.
O egoísmo dessa mulher não tem tamanho.
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O filho com o pai, como deve ser |
23 de dezembro de 2009
> Caso da disputa por Sean Goldman
Comentários
Avô paterno de Sean critica família brasileira pela exposição do neto
Em entrevista a uma rede de tv americana, Barry Goldman, o avô paterno de Sean, de 9 anos, criticou o comportamento da família brasileira, que fez questão de expor o menino à imprensa, na saída do Brasil. Segundo ele, o pai de Sean, David Goldman tinha preparado uma transferência tranquila no Consulado Americano no Rio.
A justiça brasileira concedeu a guarda do menino ao pai biológico americano, depois de uma longa disputa judicial com a família materna brasileira. Sean foi entregue na manhã de quinta-feira (24) a David, que levou o filho para os Estados Unidos.
Barry Goldman acusou a família brasileira de abusar psicologicamente do menino nos últimos anos. Ele garantiu que Sean vai receber muito amor e carinho da nova família.
Concordo com suas palavras. Vamos rogar ao Pai Celestial que a família americana seja, de fato, o melhor lugar para o garoto viver, porque a brasileira, vamos combinar!Um padrasto canastrão e uma avó neurótica. Que Deus tome conta deste menino.
Somente hoje a mídia venal do Brasil, mostrou as gravações da falecida mãe louca gritando que era infeliz e por isto foi ardilosa, simulou umas férias e sequestrou a criança.
Esta elite nojenta mostrou para o mundo o que é ser gentalha sem ética:
O novo companheiro Paulinho Lins e Silva, ameaçando. O irmão lutador pit boy querendo brigar, a perua louca Silvana se fazendo de vítima, o velho Raimundo avançando(longe de ser Carneiro, era um lobo na ratatuia) a tia Lúcia queria invadir o consulado.
E pobre garoto,bem, este pouco importa, para esta
orda de amigos dos amigos.Exposto,camisa da seleção(o brasil é nosso o Sean também)
Os E.U.A. devem cassar os vistos desses terroristas.
Essas datas são importantes para as crianças.
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