Os criminalistas Márcio Thomaz Bastos e José Luís Lima entregaram nesta segunda (31) à juíza Kenarik Boujikian Felippe, da 16º Vara Criminal de São Paulo, pedido de reconsideração da ordem de prisão contra o Roger Abdelmassih (foto), acusado de estupro de 56 pacientes. A informação é da Globo News.
O médico foi preso no dia 17 e se encontra na Penitenciária de Tremembé (SP), a 138 km da capital.
Essa é a primeira atuação de Bastos na defesa do especialista em reprodução humana assistida. Ele foi ministro da Justiça do primeiro mandato do Governo Lula.
Aos argumentos utilizados em três pedidos de habeas corpus, os de que Abdelmassih tem bons antecedentes e endereço fixo, Bastos acrescentou o fato de o médico ter sido suspenso temporariamente pelo Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) de suas atividades profissionais.
Portanto, na argumentação do criminalista, não há mais o motivo, o de risco à sociedade, pelo qual a Justiça decretou a prisão preventiva.
A expectativa era de que tal argumentação fosse apresentada por ocasião do julgamento pelo TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo do mérito do pedido do habeas corpus, previsto para esta semana.
Há cerca de um ano, Kenarik (foto) rejeitou a primeira denúncia do Ministério Público
Estadual de São Paulo contra o médico por entender que o órgão não tem poder de investigação, e o caso foi encaminhado para a Polícia Civil. Em 2002, a juíza ganhou um prêmio da Comissão de Direitos Humanos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), da seção paulista.
ANÁLISE – atualização em 1/9/2009, às 20h
Kenarik enviou o pedido dos advogados de Abdelmassih de reconsideração da ordem de prisão preventiva ao Ministério Público. Ela vai dar o seu parecer somente após a análise do MP.
> Caso Roger Abdelmassih.

Essa é a primeira atuação de Bastos na defesa do especialista em reprodução humana assistida. Ele foi ministro da Justiça do primeiro mandato do Governo Lula.
Aos argumentos utilizados em três pedidos de habeas corpus, os de que Abdelmassih tem bons antecedentes e endereço fixo, Bastos acrescentou o fato de o médico ter sido suspenso temporariamente pelo Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) de suas atividades profissionais.
Portanto, na argumentação do criminalista, não há mais o motivo, o de risco à sociedade, pelo qual a Justiça decretou a prisão preventiva.
A expectativa era de que tal argumentação fosse apresentada por ocasião do julgamento pelo TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo do mérito do pedido do habeas corpus, previsto para esta semana.
Há cerca de um ano, Kenarik (foto) rejeitou a primeira denúncia do Ministério Público

ANÁLISE – atualização em 1/9/2009, às 20h
Kenarik enviou o pedido dos advogados de Abdelmassih de reconsideração da ordem de prisão preventiva ao Ministério Público. Ela vai dar o seu parecer somente após a análise do MP.
> Caso Roger Abdelmassih.
Comentários
Mas isso não quer dizer nada no longo prazo. As denúncias são contundentes e ele vai pagar pelo que fez.
Nos EUA, Bernard Madoff foi condenado à pena de 150 anos de prisão. A pena aplicada a Madoff é a máxima possível para a fraude financeira
"Deixo um legado de vergonha à minha família. Sou responsável por muito sofrimento e muitas dores. Vivo atormentado" disse Madoff, de 71 anos, que vai ficar preso o resto dos seus dias. "Peço desculpa", acrescentou Madoff. "Não posso justificar o meu comportamento. Não tem justificativa e, por isso, não posso pedir perdão", disse ainda.
No Brasil a pena máxima possível é de trinta anos. Todas as penas, por imposição legal, são convertidas ao máximo de 30 anos.
A legislação brasileira proíbe que qualquer condenado, seja qual for o crime cometido por ele, fique preso por mais de 30 anos. Por isso, o Dr. Roger poderá deixar a cadeia depois de cumprir um sexto da pena, que pode ser de, apenas, cinco anos de punição por todos os seus crimes.
Realmente o dinheiro fala mais do que tudo para algumas pessoas.
O pássaro da liberdade, o corvo cúmplice e o jaleco tarado
A escolha do advogado, constata o título, é tão reveladora quanto a confissão.
Abdelmassih nem pricisou abrir a boca para admitir que se meteu em delinquência de bom tamanho.Fez isso no moimento que contratou o advogado José Luiz Oliveira Lima, cuja lista de clientes...
Com o pedido de socorro a Márcio Thomaz Bastos, que salvou o governo do naufrágio anunciado pelo escândalo do mensalão, o jaleco tarado esta reconhecendo que a coisa foi ainda mas feia do que parfece.
Foi Thomaz Bastos quem rebatizou o velho caixa 2 de "recursos não contabilizados". Foi ele quem aconselhou o presidente Lula a argumentar que a turma só fizera o que todo mundo faz. Vai formar uma dupla e tanto com Oliveira Lima. Já na entrevista de estreia, o doutor que garante a Dirceu o direito de ir e vir foi logo avisando que "o estuprador não estuprou". Em parceria com o camisa 10, pode descobrir que Abdelmasshih, além de não ter molestado ninguém, foi assediado por 39 mulheres. Resistiu a todas. Elas querem vingança.
Todo acusado tem direito à ampla defesa. Onde houver um réu, haverá um advogado. Mas uma coisa é oferecer justificativas para o crime, ou apresentar atenuantes que abrandem a punição.
Outra é fabricar mentiras, ou forjar acrobacias e trucagens para simular que o assassino não matou, que o ladrão não roubou, que o estuprador não estuprou - e, se possível, transferir a culpa para a vítima.
Um criminalista que jura ser inocente o freguês cujos delitos conhece em detalhes não é o pássaro da liberdade que os grandes juristas enxergam no advogado de defesa. É o corvo cúmplice.
E com tudo isso, acho que deve ter ficado com MELHOR APARÊNCIA ainda!!!!!!!!!!! Meu Deus, o que é isso? Até isso? É para isso que esse blog está servindo?
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