Deise Possamai (foto), 34, era funcionária concursada da prefeitura de Criciúma (Santa Catarina) havia nove anos. Desde 2000, era advogada de tributos da prefeitura.
Ela nasceu em Nova Veneza, cidade fundada por imigrantes italianos que hoje tem 13 mil habitantes e fica a 220 km da capital, Florianópolis.
Deise estava a caminho da Itália onde ia ficar por dois anos para estudar direito e italiano. Dois dias antes do embarque, ela deu uma festa de despedidas a parentes e amigos.
Ela foi casada com Hercílio. Um dos motivos da separação teria sido o desejo dele de ter filhos e o dela, de viajar pelo mundo. Nunca deixaram de ser amigos.
Ante do embarque, no domingo, ela ligou para dona Jucela, sua mãe, para dizer que estava tudo bem.
Deise estava feliz porque ia realizar um sonho o qual tinha planejado por dois anos. Mas a mãe estava preocupada. Conforme a revista Época apurou, ela tinha sonhado com um caixão e muita água, mas não conseguia ver o rosto de quem estava morto. Acordou assustada.
A pedido da família de Deise, Hercílio viajou ao Rio para acompanhar as buscas pelos corpos.
Deise queria conhecer o mundo
CULTO – atualização em 8/6/2009
A pedido dos funcionários da prefeitura de Criciúma, houve no paço municipal nesta segunda um culto em memória a Deise. Valdir Possamai, o pai de Deise, e Jucelma, a mãe, estavam presentes.
CORPO – atualização em 25/6/2009
O corpo de Deise foi um dos encontrados no mar e o seu sepultamento estava previsto para a tarde desta quinta-feira (25). Valdir Possamai, pai dela, foi a Recife na terça para confirmar a identificação do corpo e liberá-lo.
> Vítimas brasileiras. > Mais sobre o voo.
Ela nasceu em Nova Veneza, cidade fundada por imigrantes italianos que hoje tem 13 mil habitantes e fica a 220 km da capital, Florianópolis.
Deise estava a caminho da Itália onde ia ficar por dois anos para estudar direito e italiano. Dois dias antes do embarque, ela deu uma festa de despedidas a parentes e amigos.
Ela foi casada com Hercílio. Um dos motivos da separação teria sido o desejo dele de ter filhos e o dela, de viajar pelo mundo. Nunca deixaram de ser amigos.
Ante do embarque, no domingo, ela ligou para dona Jucela, sua mãe, para dizer que estava tudo bem.
Deise estava feliz porque ia realizar um sonho o qual tinha planejado por dois anos. Mas a mãe estava preocupada. Conforme a revista Época apurou, ela tinha sonhado com um caixão e muita água, mas não conseguia ver o rosto de quem estava morto. Acordou assustada.
A pedido da família de Deise, Hercílio viajou ao Rio para acompanhar as buscas pelos corpos.

Deise queria conhecer o mundo
CULTO – atualização em 8/6/2009
A pedido dos funcionários da prefeitura de Criciúma, houve no paço municipal nesta segunda um culto em memória a Deise. Valdir Possamai, o pai de Deise, e Jucelma, a mãe, estavam presentes.
CORPO – atualização em 25/6/2009
O corpo de Deise foi um dos encontrados no mar e o seu sepultamento estava previsto para a tarde desta quinta-feira (25). Valdir Possamai, pai dela, foi a Recife na terça para confirmar a identificação do corpo e liberá-lo.
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