Embora D.F. (foto), 16, tenha dito à polícia que assassinou três pessoas para livrá-las do pecado e que, depois da primeira vítima, “tomou gosto” por matar, D.F., laudo psicológico atesta que o adolescente não tem nenhum distúrbio mental.
O laudo, que foi enviado na semana passada ao Ministério Público de Mato Grosso do Sul, teve a sua conclusão divulgada nesta sexta (7) pela imprensa do Estado.
Por ter deixado a suas vítimas em forma de cruz (braços abertos e pés juntos), D.F. é chamado pela imprensa e população de Maníaco da Cruz. O adolescente acredita que, com os corpos nessa posição, a salvação venha logo.
Em Brilhante, cidade de 27 mil habitantes a 155 quilômetros de Campo Grande cuja principal atividade é a agropecuária, o jovem matou o pedreiro Catalino Cardena, 33, por ser supostamente alcoólatra, a frentista Letícia das Neves, 22, tida como homossexual, e a estudante Gleice Kelly da Silva, 13, suspeita de ser usuária de drogas.
À polícia e à imprensa, o adolescente falou que não se arrepende dos crimes por acreditar que fez um bem às vítimas.
Edmeire de Souza, a defensora pública de D.F., vai solicitar novo teste psicológico, desta vez um detalhado, conhecido como Rorschach, para analisar todos os traços de personalidade do jovem. O Ministério Público deu parecer favorável ao novo teste, informa Campo Grande News.
O rapaz continua internado na Unei (Unidade Educacional de Internação) de Dourados, a 161 quilômetros de Campo Grande.
João Rauber, diretor da unidade, afirmou que D.F. está se comportando bem. “[Ele] já realizou alguns trabalhos em companhia de outros menos e não está dando trabalho”, disse. “É claro que tomamos certos cuidados para garantir a integridade física dele e a dos demais internos.”
Até sexta, Rauber não tinha sido informado oficialmente do laudo psicológico.
A população de Brilhante e a de Dourados temem que D.F. seja solto – por ser menor e agora por ter sido considerado normal -- e venha cometer novos crimes.
> Caso do Maníaco da Cruz.

Por ter deixado a suas vítimas em forma de cruz (braços abertos e pés juntos), D.F. é chamado pela imprensa e população de Maníaco da Cruz. O adolescente acredita que, com os corpos nessa posição, a salvação venha logo.
Em Brilhante, cidade de 27 mil habitantes a 155 quilômetros de Campo Grande cuja principal atividade é a agropecuária, o jovem matou o pedreiro Catalino Cardena, 33, por ser supostamente alcoólatra, a frentista Letícia das Neves, 22, tida como homossexual, e a estudante Gleice Kelly da Silva, 13, suspeita de ser usuária de drogas.
À polícia e à imprensa, o adolescente falou que não se arrepende dos crimes por acreditar que fez um bem às vítimas.
Edmeire de Souza, a defensora pública de D.F., vai solicitar novo teste psicológico, desta vez um detalhado, conhecido como Rorschach, para analisar todos os traços de personalidade do jovem. O Ministério Público deu parecer favorável ao novo teste, informa Campo Grande News.
O rapaz continua internado na Unei (Unidade Educacional de Internação) de Dourados, a 161 quilômetros de Campo Grande.
João Rauber, diretor da unidade, afirmou que D.F. está se comportando bem. “[Ele] já realizou alguns trabalhos em companhia de outros menos e não está dando trabalho”, disse. “É claro que tomamos certos cuidados para garantir a integridade física dele e a dos demais internos.”
Até sexta, Rauber não tinha sido informado oficialmente do laudo psicológico.
A população de Brilhante e a de Dourados temem que D.F. seja solto – por ser menor e agora por ter sido considerado normal -- e venha cometer novos crimes.
> Caso do Maníaco da Cruz.
Comentários
Abraços
Tem que morrer na CADEUIA!!
Ta ligado
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