Do IHU On-line
Os gays britânicos acusam de homofobia o Vaticano. O ataque à Igreja católica se dá por causa da decisão de exumar o corpo do cardeal John Henry Newman (na gravura), teólogo e intelectual de relevo, que repousa desde 1891 ao lado do homem que amou e com o qual conviveu grande parte da sua vida adulta. A notícia é do jornal inglês Independente e reproduzida pelo jornal italiano La Repubblica, 26-08-2008.
Segundo os grupos gays, o Vaticano quer exumar o corpo do cardeal não por causa do processo de beatificação, mas por motivos homofóbicos, para cobrir a homossexualidade, violando o desejo “imperativo” de ser sepultado ao lado companheiro de uma vida: os dois jazem, lado a lado, no cemitério de Rednal, no Worcestershire. A oposição à exumação também é viva entre muitos católicos britânicos, escreve o jornal inglês, enquanto a grande maioria dos anglicanos se declara contrária.
“A decisão do Vaticano, segundo um ativista dos direitos dos homossexuais, é um ato de roubo de sepulcros e uma profanação religiosa”. São tudo “bobagens”, afirmou Austen Ivereigh, ex-conselheiro do cardeal O'Connor, chefe da igreja católica na Inglaterra e Gales.
Falando à BBC, ele explicou que os restos mortais do cardeal Newman serão levados para uma cidade adaptada somente “para permitir que os peregrinos venerem o futuro santo”.
O ministério da Justiça autorizou a transferência dos restos mortais de Newman para Birmingham. Em novembro, Bento XVI, afirma o Independent, deverá declarar beato o cardeal.
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Papa no Reino Unido. Homofobia.
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Newman pediu sepultura
perto da do companheiro
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Segundo os grupos gays, o Vaticano quer exumar o corpo do cardeal não por causa do processo de beatificação, mas por motivos homofóbicos, para cobrir a homossexualidade, violando o desejo “imperativo” de ser sepultado ao lado companheiro de uma vida: os dois jazem, lado a lado, no cemitério de Rednal, no Worcestershire. A oposição à exumação também é viva entre muitos católicos britânicos, escreve o jornal inglês, enquanto a grande maioria dos anglicanos se declara contrária.
“A decisão do Vaticano, segundo um ativista dos direitos dos homossexuais, é um ato de roubo de sepulcros e uma profanação religiosa”. São tudo “bobagens”, afirmou Austen Ivereigh, ex-conselheiro do cardeal O'Connor, chefe da igreja católica na Inglaterra e Gales.
Falando à BBC, ele explicou que os restos mortais do cardeal Newman serão levados para uma cidade adaptada somente “para permitir que os peregrinos venerem o futuro santo”.
O ministério da Justiça autorizou a transferência dos restos mortais de Newman para Birmingham. Em novembro, Bento XVI, afirma o Independent, deverá declarar beato o cardeal.
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Papa no Reino Unido. Homofobia.
Comentários
Pois todos e principalmente o homossexual que será exumado sabiam muito bem que dento da doutrina da Igreja não há espaço para homossexualismo.
Se ele entrou para a Igreja Católica já sabia disso.Aceitou as diretrizes da Igreja e deveria renunciar a profissão de fé ,quando descobriu ser homossexual.
Que critérios o responsável pelo blog leva em consideração para afirmar que um individuo é homossexual? Só o fato de alguém ser enterrado ao lado de outra pessoa do mesmo sexo?
E se não se sabe com certeza clara se tal afirmação: "...Newman, o cardeal gay..." é verdadeira, porque então publicá-la como fato de verdade? Não seria com a verdade o compromisso da imprensa?
obrigado..aguardo resposta
E sempre será.
Sérgio.
As traduções do novo testamento que dizem...homossexual não herdará o reino dos céus ou de "Deus", usam um termo INVENTADO NO SÉCULO 19...o que o texto grego referia era "corpo mole", ou "maciota", que os padrecos criminosamente traduziram por analogia para ...corpo de mulher, ou efeminado...Não havia efeminados em israel, como os proibiriam? O que não podia haver era prostituto cultual(que eles traduzem por sodomita) e prostituta sagrada (que eles traduzem por rameira), pois era costume das religiões de fertilidade cananéias.
O próprio castigo de sodoma não foi pela sexualidade, mas pela..."opulência, fartura, soberba, mas nunca socorreram o pobre, nem o necessitado"(ezequiel 16, 49-50). usavam o poder para praticar o estupro, que como violência, não podia mesmo ser regra universal de justiça.
ROMA, 02 Set. 08 / 02:47 pm (ACI).- Ian Ker, perito biógrafo do converso inglês Cardeal John Henry Newman, respondeu às calúnias que nas últimas semanas o lobby homossexual difundiu na imprensa e esclareceu que o Servo de Deus foi enterrado na tumba do sacerdote Ambrose St. John, porque essa foi sua vontade e estavam unidos por uma muito boa amizade.
Em um artigo titulado "John Henry Newman e o sacrifício do celibato" publicado em L’Osservatore Romano, Ker comenta que "a decisão de exumar o corpo do venerável John Henry Newman provocou reações, em particular de parte do lobby homossexual”, cujas vozes pretendem manipular a figura do Cardeal para impulsionar sua agenda.
Segundo o biógrafo este “protesto” tem más intenções porque difunde a especulação de que “Newman teria querido ser enterrado com seu amigo porque teria estado ligado a ele por algo mais que uma simples amizade”.
Ker refuta tais versões com exemplos históricos como o caso do C.S. Lewis e seu irmão Warnie, enterrados na mesma tumba por desejo de ambos e a quem ninguém acusa de sentimentos incestuosos.
Do mesmo modo, cita o caso de Dorothy Collins, a devota secretária de G.K. Chesterton a quem o escritor e sua esposa trataram como a uma filha. Collins dispôs que seus restos fossem cremados em inumados na tumba dos esposos Chesterton como prova de amor filial.
Ker, autor de "John Henry Newman. Uma Biografia", um livro de 764 páginas publicado em 1990 pela Oxford University Press, lembrou que o Padre Ambrose acompanhou ao Cardeal Newman “durante o difícil período da fundação do Oratório de São Felipe Neri na Inglaterra e em todas as sucessivas provas e tribulações de Newman como católico".
O biógrafo, que é professor de teologia na Universidade de Oxford, lembrou que Newman decidiu viver o celibato à idade de 15 anos, ainda antes de sua conversão ao Catolicismo, e escreveu em sua obra “Apologia pró vita sua” como “durante os 14 anos sucessivos, com a interrupção de alguns meses e logo com continuidade, explicava que sua vocação 'pedia tal sacrifício'”.
“Newman, naturalmente, falava do matrimônio com uma mulher e do 'sacrifício' que o celibato trazia consigo. A única razão pela que o celibato podia ser um sacrifício era porque Newman, como todo homem normal, desejava casar-se. Mas, embora não pertencia ainda a uma igreja aonde o celibato era a regra ou o ideal, Newman, profundamente imerso nas escrituras, conhecia as palavras do Senhor: 'alguns são feitos eunucos pelo reino dos céus'”, explicou.
O biógrafo cita alguns escritos do Servo de Deus, quando ainda era ministro anglicano e podia casar-se nos que se vê “o esforço total de Newman na vida celibatário a que se sentia chamado de modo inequívoco”.
Ante quem exige respeitar a vontade de Newman de ser enterrado na tumba de seu amigo, Ker lembra que “durante sua vida de católico Newman insistiu sempre em que todos seus escritos podiam ser corrigidos pela Santa Mãe Igreja. Esta era sua idéia constante”.
Por isso “se a autoridade eclesiástica decide transladar seu corpo a uma igreja, a resposta de Newman seria sem dúvida que seu último testamento, como tudo o que tinha escrito, tinha-o escrito sob a correção de uma autoridade mais alta. Se esta autoridade decidir que o corpo deve ser transladado, enquanto que o de seu amigo não, Newman haveria dito sem duvidar: ‘Assim seja’”.
Peter Thatchell, activista dos direitos dos homossexuais britânicos, interpreta esta passagem como uma “saída do armário.” Vê a mesma intenção no epitáfio inscrito na tumba do cardeal e do seu amigo em Rednall, uma terriola do centro de Inglaterra. Nele lê-se: “Ex umbris et imaginibus in veritatem (das sombras e das imagens rumase à verdade).
Agora, os activistas gays pretendem que os membros do clero e os políticos reconheçam as suas tendências sexuais. A bandeira do cardeal Newman é importante para a causa devido ao impacto universal da sua figura. Se Bento XVI terminar com o processo canónico, John Henry Newman, o mais ilustre dos clérigos ingleses, será o primeiro santo católico de um país que tem o anglicanismo como religião oficial. Mas os passos estão a ser dados com cautela. Roma necessita de uma autorização do governo britânico para trasladar a famosa sepultura de Rednall até à basílica de Birmingham. A intenção é que os peregrinos venerem o beato num lugar apropriado. A velha cidade industrial já sonha com excursões turísticas, como as que têm lugar em Lourdes, Santiago de Compostela ou Fátima.
“Esta profanação viola a vontade expressa do cardeal de ser enterrado ao lado do seu amante. A Igreja católica, que odeia os homossexuais, pretende ocultar o facto do seu futuro santo ser homossexual. Não sei se tiveram relações sexuais, mas viveram juntos e amaram-se”, protesta Thatchell. A polémica é antiga. O aspecto afeminado de Newman e as suas amizades íntimas foram alvo de comentários na sua época, não sendo esta a primeira vez que se escreve algo sobre este assunto.
O diário católico “Church Times” perguntou aos seus leitores, angustiado pelo receio do lobby gay, implacável neste tipo de batalhas. Só 20% dos que responderam aprova a decisão do episcopado. O jornal rotula a campanha de Thatchell de “violação póstuma de uma alma sensível por outra selvagem.” Outros jornais condenam a tendência da comunidade gay para se apropriar dos heróis da história britânica: ontem era o general Bernard Law Montgomery ou Benjamin Disraeli, primeiro-ministro da Rainha Vitória; hoje é Newman.
A polémica à volta de Newman saltou também para o outro lado do Canal da Mancha com igual violência. “Monsenhor Newman era gay?”, titulava no seu artigo Marc Roche, o correspondente do periódico francês “Le Monde”.
Porquê tanta celeuma levantada em torno de um sermão, supostamente equívoco, de um cardeal que morreu há 110 anos com 89 de idade? A resposta está na imponente personalidade de Newman, uma das grandes figuras do pensamento anglicano e católico. Algumas das suas ideias sobre a liberdade de pensamento dentro das Igrejas, ou sobre a relação fé/ razão se moldaram o Concílio do Vaticano II (1962/65).
Quando ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair, veio o ano passado visitar o papa para lhe revelar a sua conversão ao catolicismo, levava consigo três retratos do cardeal Newman para oferecer ao Santo Padre, porque, como declarou Blair, Newman é o mais célebre predicador inglês “pensador e escritor preferido” do pontífice e teólogo Ratzinger.
Aliás, essa comunhão intelectual está bem descrita no livro intitulado “Benedict XVI and cardinal Newman” da autoria de Peter Jennings, onde este selecciona uma série de escritos de Ratzinger e de Newman.
O que será que as bibas falam sobre isto?
Até os mortos, se forem importantes, destacados, as bibas e os gays ficam investigando para saber se há um indício potencial para a sua causa.
É a ideologia gay
E tem jornalistas que também são apaixonados por estas causas, talvez a psicologia explique tudo isto.
A ele se juntaram vários companheiros neste ideal. E viviam juntos, trabalhavam juntos e (oh!) dormiam sob o mesmo teto. Muitos foram enterrados juntos (oh).
Talvez os gays e as bibas, ou os jornalistas afeiçoados a suas causas, talvez identifiquem nesse grupo uma turma de homossexuais em "zuruba contínua".
Falou bem o anonimo logo acima.
A psicologia explica essa vontade de encontrar o seu espelho, como que precisando de provas para se auto-justificarem, pois nem para si mesmos conseguem se justificar. Não confiam em si mesmos e nas suas escolhas, e precisam achar pessoas de respeito (porque pelo visto a si mesmos não se respeitam) e tentarem provar que fizeram a mesma escolha.
Demonstram insegurança pelo que são.
Ora, hipóteses tem para tudo, quem sabe dizer - que ainda não encontramos marcianos por que eles estão escondidos em armários, e por isso são gays.
Hipóteses, inferências, sem o depoimento explícito do próprio autor, é viagem na maionese, é falta de melhores argumentos, é demonstração de insegurança.
Mamãe, eu preciso de uma prova....
Procurem exemplos melhores, realmente comprovados e quando necessário apresentem.
O Cardeal Newman passou a sua vida em busca da Verdade, em defendê-la e divulgá-la (este é um dos motivos dos muuuitos escritos). Desde a juventude tinha bem firme esse ideal, e fez propósito de consagrar sua vida a Deus.
Intelecetual destacado de Oxford do séc. XIX, se tornou padre da Igreja Anglicana, de linha protestante. Acreditava que a ICAR estava errada em vários pontos. Acreditava também que a Igreja Anglicana tinha o caminho mais completo e seguro para Deus, entretanto discordava também de alguns aspectos da Igreja Anglicana, e por Amor da Verdade começou a pesquisar a história e os primórdios do cristianismo, com o intuito de conhecer o melhor os fundamentos e o testemunho das primeiras comunidades e primeiros sábios cristãos dos séculos I, II e etc. Pensava em ajudar a Igreja Anglicana a ser mais coerente ainda.
Com esta pesquisa e aprofundamento, ele que era um intelectual exigente da Verdade, acabou por concluir que a Igreja Católica Romana é que era a verdadeira preservadora do cristianismo, desde os seus primórdios.
Decidiu tornar-se Católico Romano. Entrou na ICAR e se tornou padre, mais adiante se tornou bispo e finalmente Cardeal. Sempre se destacou como intelectual, exigente defensor da Verdade e escreveu muuito. Foi admirado por seus contemporâneos. Deixou uma obra ímpar.
Como é possível um homem que viveu 90 anos, intelectual e defensor da busca e divulgação da Verdade, não deixar explícito em nenhum dos seus muuuitos escritos alguma verdade importante sobre si mesmo? Não é uma contradição ?
Ele acreditou na verdade que buscou, encontrou e divulgou. E ele conheceu a doutrina cristã desde os primórdios em muitas questões, inclusive da conduta sexual. Não parece coerente que tenha praticado o contrário. Seria a contradição de seu propósito de vida como um todo.
Pela sua coerência conhecida de todos, se pensasse que o correto fosse contrário à ICAR, simplesmente teria saido fora da ICAR para praticar outra coisa que acreditasse.
O que ele nos deixou foram os seus muuuitos escritos em defesa da verdade.
Não é pertinente a idéia de um homem da mentira ou do armário.
Sendo Newman um Cardeal que buscou a verdade, enfrentou a própria oposição de muitos contemporâneos anglicanos do século vitoriano XIX e mesmo assim, por amor da verdade passou para o catolicismo romano (que na inglaterra era como de segundo categoria na época). Newman não hesitou em perder prestígio, amigos, receber muitas críticas, mais foi fiel a verdade que encontrou e sua consciência reconheceu.
Newman não parece ser um covarde para ficar no armário, mas um corajoso para enfrentar a corrente dominante de seus contemporâneos e conterrâneos.
Caso Newman julgasse válido a prática da homossexualidade teria saído da ICAR e fundado outra igreja.
Aliás como é o caso que de certa forma acabou derivando justamente na Igreja Anglicana com facilitação do homossexualismo (mas foi justamente da Igreja Anglicana de onde Newman quiz sair para ser católico romano).
Se não há nenhum escrito de Newman a respeito, fica claro então que as hipóteses sobre a homossexualidade não sejam a verdade.
Ele, intelectual e corajoso, não iria perder esta oportunidade de até fazer uma teoria a respeito com argumentos pró-gays. Mas não o fez.
Então deixem o Newman descansar em paz e respeitem as verdades que ele divulgou em seus escritos e busquem outras referências para a sua causa.
Todos tem direito de buscar a verdade, a sua própria verdade, crescer e evoluir, e fazer suas escolhas (sem prejudicar as escolhas dos outros), mas não tem o direito de forçar versões sem prova das escolhas de outros.
Se querem saber sobre as escolhas do Newman, leiam as obras, artigos que ele escreveu.
O seu pensamento é representativo da "filosofia da ação e da filosofia da vida.
O apostolado no campo da inteligência exercido por Newman foi intenso. As suas obras completas atingem a 37 tomos, versando sobre os mais variados assuntos — teologia, filosofia, literatura, história, espiritualidade — e os arquivos do Oratório conservam as 70.000 cartas que escreveu. As obras que publicou sobre a Universidade de Dublin, tornaram-se clássicas para a literatura católica. Os seus Sermões espelham todos eles sólida piedade e grande amor pelas almas".
Bom não faltam escritos, que são muuuitos, e servem de pesquisa aos interessados.
Para conhecer Newman, é só ler Newman.
Se encontrarem documentos do Newman que defendam as causas postadas neste blog, então publiquem-nas.
"Uma contribuição muito relevante de seu pensamento foi a chamada doutrina do desenvolvimento do dogma" [2] (que é uma doutrina muito diferente do pensamento modernista).
[editar] Sobre a infalibilidade papal
O cardeal Newman defendeu que “a infalibilidade da Igreja é como uma medida adotada pela misericórdia do Criador para preservar a [verdadeira] religião no mundo e para refrear aquela liberdade de pensamento que, evidentemente, em si mesma, é um dos nossos maiores dons naturais, mas que urge salvar dos seus próprios excessos suicidas.” [3]
Vejam a relação dos seus escritos no post acima.
Não faltam escritos, que são muuuitos, e servem de pesquisa aos interessados.
Para conhecer Newman, é só ler Newman.
Se encontrarem documentos do próprio Newman que defendam as causas postadas neste blog, então publiquem-nas.
É ingênua e santa a confiança de Pangloss. Por isso é chamado Cândido, o Otimista. Qualquer cidadão de meia idade, que já tenha conhecido padres desde a infância, sabe que há muitos homossexuais no clero, e que a postura mais adequada para sobreviver, é se resguardar. A intelectualidade do cardeal nunca fez com que se deixasse de comentarem a sua sexualidade e o seu suposto affair com o irmão-platônico assexuado não sucumbiu ao túmulo. O fato dele não mencionar a sua homossexualidde só reafirma a suspeita, o que o movimento dos gays pode usar ou não, segundo os seus critérios de "empowerment", que é outro desdobramento da máfia empreendedora do Vaticano, para o futuro, ao qual já deixaram uma "brecha" no seu próprio direito canônico...mais alguns séculos da prática disseminada e virá a normatização e com ela o costume adquirirá força de Lei. É claro que as "bibas" da Igreja e as suas defensoras leigas, devem assumir pomposos ares de castas, de imaculadas e de assexuadas, mas os escândalos recorrentes de malversação do dinheiro das ofertas indo parar em gastos com garotos de programas, velhinhos fugindo para portugal com dinheiro nas latas de doce de goiabada, e tantos casos reincidentes de pedofilia, permitem mais que suspeitar que o vício dos clérigos ou o vicio sodomítico, também chamado vício italiano, ou pecado eclesiástico, não tem esse nome por acaso...
Ele é a história,e não uma história,com Ele,para Ele e através Dele tudo se fez,e por existir seres que pensam tão mediocremente é que o planeta se encontra um caos...que Deus tenha misericordia da tua vida!
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