
Agora foi a vez da Anistia Internacional da Hungria tomar os Jogos Olímpicos como cenário de um protesto contra a pena de morte na China. O anúncio acima é uma criação do DDB de Budapeste.
Mais da metade das pessoas condenadas à morte – cerca de 1.600 por ano no mundo – é composta por chineses.
A Anistia Internacional acusa o governo chinês de ter aumento o desrespeito aos direitos humanos à medida que se aproximam as medidas. A polícia estaria prendendo mais militantes e jornalistas e enviados contestadores para campos de trabalho forçado.
O governo chinês nega as acusações.
Mas há pelo menos a prova de um caso de truculência.
Uma mulher confirmou que o seu marido, um professor, foi mandado para um campo de "reeducação" por ter divulgado fotos de escolas destruídas pelos recentes terremotos.
As escolas teriam ruidos porque teriam sido construídas por material de baixa qualidade, resultado de uma tramóia entre as construtoras e funcionários do governo.
> Campanha da Anistia contra tortura e maus-tratos na China.
> Campanhas publicitárias polêmicas.
> Campanhas de interesse público.
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