
O padre Avelino Backes, das paróquias de Piratuba e Ipira, de Santa Catarina, foi condenado a sete anos de prisão por atentado ao pudor -- ele se excitava passando as mãos nas nádegas e seios de meninas de 9 a 12 anos. A condenação só saiu agora, embora ele tenha sido denunciado na década de 90.
O padre praticava o abuso na sacristia, quando ‘arrumava’ as vestes das crianças. Ele também se aproveitava de aulas de catequese, de passeios e de piqueniques com as crianças.
Inicialmente, o padre Backes tinha sido condenado a pagar só uma multa, mas o Ministério Público recorreu e veio a sentença de prisão.
O que a hierarquia da Igreja Católica diz sobre isso tudo? Nada. Ou, pior, afirma, com fez recentemente o cardeal d. Cláudio Hummes, que a imprensa superdimensiona os casos de padres pedófilos.
D. Cláudio perdeu uma boa oportunidade de ficar de boca fechada, já que ele não a abre para reconhecer que existem tarados entre os padres, como talvez nunca houve antes.
> Casos de padre pedófilo.
Comentários
Infelizmente, em nosso sistema jurídico pátrio, não há sintonia de justiça e direito. Ainda, quem trabalha neste caso, julga, ou acusa, sabe da verdade real dos fatos, a qual, mesma não vista pelo direito, é a verdade.
Peço venia aos nobres usuários deste blog, equívocos graves foram postos até então, espero que sejam silenciados pela justiça, caso exista.
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