
Ele é chamado pelos colegas de cela de Ninho, que é a marca de um leite em pó. À Folha, ele disse que o queijo era para o “menino”, filho da mulher com quem vive.
O Silva, claro, cometeu um crime e reincidiu nele: tem de pagar pelo que fez. Mas colocá-lo em uma cadeia insalubre por quatro mês sem uma perspectiva de sair de lá porque furtou comida é uma vergonha em um país onde se furta milhões e ninguém vai para a cadeia.
E o caso do Silva não é único. Outro recente foi o do sujeito que pegou sete meses de cadeia por ter tentado furtar uma pinga de R$ 1,50.
No Brasil, roubar pouco não pode, mesmo que seja comida para uma criança, mas lesar os cofres públicos em milhões pode e por vezes até dá prestígio aos gatunos. Veja-se o caso dos políticos que, mesmo envolvido com o mensalão, conseguiram se reeleger a deputados.
> Casos de juízes implacáveis com pobres por mixaria.
Comentários
VEM PRA CHINA MEU NOBRE REPORTER, ONDE NAO HA ESSA PSEUDA FURADA DEMOCRACIA QUE TANTAM APREGOAM AI, MAS HA JUSTICA CONTRA RICOS E POBRES, E A FAMILIA DO ACUSADO AINDA PAGA A BALA.
ABRACOS,
Postar um comentário