
O Ministério Público de São Paulo tem provas de que as doações dos fiéis da Renascer financiam projetos pessoais dos fundadores da igreja, o “apóstolo” Estevam Hernandes e a “bispa” Sônia. A Folha de hoje informa que o MP tem sido ajudado em suas investigações por dois ex-funcionários da igreja e por um advogado que já prestou serviço aos Hernandes.
Os ex-funcionários têm documentos de que o dinheiro do dízimo foi usado para a compra de um haras em Atibaia por R$ 1,9 milhão e uma mansão de praia em Miami por R$ 1,27 milhão. Estevam e Sônia estão nessa mansão neste momento, sob a vigia da polícia americana, à espera de que as autoridades de lá se manifestem sobre o crime que os dois cometeram: entraram no país com U$ 56 mil e mentiram que só estavam com U$ 10 mil, que é a quantia máxima permitida por lei.
Além do desvio de dinheiro para compra de imóveis particulares, o grupo de combate ao crime organizado do Ministério Público, o Gaeco, identificou na contabilidade da igreja delitos como a emissão de duplicatas frias e aplicação de golpes em fiéis para aumentar a arrecadação do dízimo.
Uma ordem de prisão aguarda no Brasil a “bispa” e o “apóstolo”. xxx
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